quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Verdadeiro Empresário.

Buenas Caros Amigos

         Este Texto de Tiago Grandi, da empresa de Consultoria Grandi&Garay me chamou muito a atenção pela sua coerência e sinceridade, pela sua boa visão e justiça, por isso resolvi dividi-lo com vocês, vale a pena a leitura.








O Verdadeiro Empresário         

 “O empresário autêntico, antes de tudo, tem caráter; sabe que o seu negócio é servir e não ser servido”.
Norberto Odebrecht

          Costumo dizer que empresário deve ganhar bem. Se um empresário não tem bons rendimentos, não há justiça na sua condição.
Também costumo dizer que um empresário de verdade deve assumir sua responsabilidade integral: de um influente ator social e um influente ator cultural ao responsável mínimo pela vida de seus colaboradores.

Obviamente estas minhas modestas considerações, mas radicais considerações, partem do pressuposto de que a justiça que se faz ao empresário – dada sua condição – é a mesma justiça que o empresário faz com os seus; sejam os seus colaboradores, sua família, sua organização e sua história. Justiça é justiça. É um arquétipo: ou participa-se dele, ou não se participa.

O justo equilíbrio seria o de um empresário totalmente responsável pelo impacto que suas decisões geram no mundo (da sua organização para dentro e do mercado para fora) e devidamente remunerado pelos riscos e pressão suportados, pelo tempo dedicado e pelo capital próprio empregado. Um bom empresário é motivo de alegria para todos que, à sua volta, compartilham e se beneficiam das riquezas provenientes.

A riqueza como virtude, como potência, provê energia para as necessidades humanas. Uma casa, uma roupa, um automóvel, tudo isso é proveniente de algum processo empresarial (muito complexo, em geral) que resulta em produtos, bens, ferramentas, insumos e alimento para o homem e para o funcionamento da sociedade. A riqueza como virtude oportuniza o emprego, a carreira, a participação e o pertencimento a uma organização. Permite que os trabalhadores façam história com sua própria força e inteligência.

O empresário, pela sua condição, não tem somente poder para movimentar a economia, mas tem o DEVER de fazer girar o motor energético da civilização. A economia não é um luxo do empresário, mas o seu meio de atuação, o seu campo de batalha, sua vida e seu contexto de carreira. O bom empresário aceita isso, vence as circunstâncias e dobra a natureza à sua vontade e força de trabalho. Este é seu empreendedorismo.
A condição de empresário envolve:

Relativa solidão. Com quem pode se abrir?
Pressão por resultados gerais.  No final das contas, quem é o último responsável?
Expectativa da família, dos amigos, da sociedade. Como estão indo os negócios?
Necessidade de garantir a lucratividade. Se a empresa falir, quem vai cuidar disso?
Pensamento global e constante. Consegue deixar de pensar na empresa?
Atenção à concorrência, legislação, mercado e diversas outras ameaças. Cuidou de tudo, com certeza?

          Obviamente estou me referindo neste artigo ao empresário de verdade. Não daqueles que mal sabem falar, se expressar, são grosseiros e acham que tem algum poder de realização, quando na verdade não realizaram nada, apenas acumularam com trabalho uma quantidade de dinheiro de que mal dispõem, pois nem bem sabem como empregá-lo. Ora, o verdadeiro empresário é caracterizado pelo domínio que tem das riquezas e pela eficiente coordenação do capital – para gerar mais riqueza e para manter a economia em fluida natureza. Do contrário, não falamos de um empresário! Talvez de um burro de carga que deu certo... mas um verdadeiro empresário, dignifica-se pelas virtudes de um empreendedor. Não passa desapercebido por aqueles que o cercam na sua vida, mas é contemplado como um modelo de indivíduo a ser seguido. É mais moral que financeira a condição de empresário, ainda que os bons empresários, TODOS , de fato, tenham um resultado financeiro evidente.
E se quem lê este artigo tem algum problema com dinheiro, não pode ser empresário. Pois empresário não tem problema com dinheiro, tem solução. Por definição.

Tiago Grandi | sócio-consultor

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Primeira Postagem

Buenas caros amigos!

Agora eu vou falar!

Utilizarei desse blog como uma forma de expressão de minhas ideias e opiniões.

Não pretendo, ferir, maltratar, maldizer, ou expor nenhuma pessoa.

Simplesmente sentimentos e desejos muito pessoais meus, me preocupando também
em trazer algo de útil ou interessante aos meu queridos amigos.

Aqui vai existir
arte, cultura, politica, amor, amizades, inutilidades
e utilidades.

não algo muito frequente
mas demonstrações do que fazem diferença em minha existência.
Bem vindos!

Ciana